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Município de Odivelas
A Câmara Municipal de Odivelas colocou, no primeiro dia útil de 2020, 22 novos trabalhadores não docentes nas escolas secundárias do Concelho. Desde o dia 1 de janeiro, passou a ser da responsabilidade desta Autarquia dotar os vários estabelecimentos de ensino de recursos humanos, tendo por base o estipulado pela Portaria n.º 272-A/2017 de 13 de setembro, que estabelece os critérios de afetação do pessoal não docente, no âmbito do processo de descentralização de competências na área da educação. De acordo com os dados disponibilizados pela DGEstE, o rácio do presente ano letivo para as escolas secundárias do Concelho é de 139 assistentes operacionais, sendo que o Ministério de Educação tinha afeto aos estabelecimentos de ensino apenas 117 trabalhadores. A Autarquia garante, assim, o cumprimento do rácio de assistentes operacionais, de forma a assegurar o bom funcionamento das cinco escolas secundárias existentes.
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Costura Criativa -21 e 28 Janeiro / 4 e 11 de Fevereiro
Aulas de Iniciação Costura Criativa -21 e 28 Janeiro / 4 e 11 de Fevereiro Terças Feiras das 19h30m às 21h30m O que vão fazer: Conhecer ferramentas e utensilios de costura criativa Aprender a coser na maquina de costura Aprender a desenhar moldes Desenvolver várias técnicas básicas que resultam na construção de projetos giros e práticos, especialmente pensados para quem quer iniciar no maravilhoso munda da costura criativa Os projetos irão aumentar de dificuldade ao longo das aulas Material básico necessário: Maquina de costura (caso possua), linhas, tesoura, lápis de carvão, alfinetes e agulhas Formador: Atelier Triutopia Valor: 30€
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Violência na Saúde
Mais agentes de segurança e menos tempos de espera ajudariam a reduzir violência na saúde, diz estudo Estudo, realizado num hospital público de Lisboa entre abril e maio de 2018, identificou 41 episódios de violência reportados pelos profissionais de saúde e sugere que sanções para utentes violentos. Mais agentes de segurança e mais profissionais para diminuir os tempos de espera são apontados como fundamentais para reduzir a violência contra profissionais de saúde, segundo um estudo que é publicado esta segunda-feira na Acta Médica Portuguesa. O estudo, realizado num hospital público de Lisboa entre abril e maio de 2018, identificou 41 episódios de violência reportados pelos profissionais de saúde e sugere que se definam sanções para utentes ou familiares violentos. A maioria das situações (24) eram casos de violência verbal por parte de utentes ou familiares próximos. Entre as 41 situações, os profissionais reportaram 14 casos de violência física por parte de doentes ou seus acompanhantes. Foram ainda registados três casos de violência verbal entre profissionais. Entre as razões que motivaram as agressões (verbais ou físicas), os “longos tempos de espera” surgem maioritariamente, sendo referidos em 20 dos 41 incidentes. Como causas, segue-se o “desrespeito” ou a insolência de doentes e acompanhantes para com os profissionais. A análise, liderada pela investigadora Helena Sofia Antão, da Escola Nacional de Saúde Pública, sublinha a baixa notificação dos incidentes de violência registados. Apenas 23% dos profissionais que foram vítimas de agressões decidiram notificar o incidente. “A baixa notificação contribui para a ausência de medidas organizacionais” que evitem ou combatam o problema, referem os autores do estudo. Entre as sugestões para evitar ou minimizar os incidentes, a análise aponta para mais agentes de segurança ou polícias, o aumento do número de profissionais para reduzir os tempos de espera e ainda dar mais informação a utentes e familiares sobre os tempos de espera. A violência contra profissionais de saúde é favorecida pelo acesso livre às zonas de trabalho, pela falta de agentes de segurança ou polícia nas unidades de saúde, sublinha o estudo, recordando que a violência no local de trabalho é um fator de risco que tem impacto negativo na saúde dos trabalhadores. Os autores referem que uma das conclusões “mais preocupantes” do estudo é a falta de conhecimento ou familiaridade com os procedimentos internos sobre violência no local de trabalho. “Esse desconhecimento (…) acrescenta e piora os sentimentos de insegurança e de perda de controlo”, refere o estudo que será publicado esta segunda-feira na Acta Médica Portuguesa e a que a agência Lusa teve acesso. Os autores recomendam que as unidades de saúde criem programas de saúde ocupacional em que integrem medidas e estratégias para melhorar a segurança no trabalho, incentivando à notificação dos incidentes. Entre essas estratégias e procedimentos a definir devem estar a definição de sanções para utentes ou familiares violentos.
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O que acontece se ultrapassar o limite do cartão de crédito?
Receia ultrapassar o limite do seu cartão de crédito? Fique a par do que acontece se ultrapassar o plafond do seu cartão e saiba o que pode fazer caso se encontre nesta situação. Tem algum receio do que poderá acontecer se ultrapassar o limite do cartão de crédito? Talvez esse seja um dos motivos pelos quais ainda não se rendeu a este método de pagamento. Fique a par do que acontece se ultrapassar o plafond do seu cartão e saiba o que pode fazer caso se encontre nesta situação. Em que consiste o limite do cartão de crédito? Ao adquirir um cartão de crédito, a instituição financeira estipula um plafond, ou seja, um montante máximo disponível para o cliente gastar mensalmente, que define o limite do cartão de crédito. O valor do plafond é renovado sempre que a dívida estiver saldada. Imagine que tem um limite máximo de 500 euros, mas já utilizou 200 euros para fazer as compras do mês. Restam-lhe apenas 300 euros de saldo para utilizar, dos quais pode usufruir até acabar. No entanto, uma vez pagando os 200 euros que já gastou, volta a ter os 500 euros de plafond disponíveis. Porque existem plafonds diferentes? O limite do cartão de crédito é definido pela instituição financeira tendo em consideração os rendimentos do consumidor e outros fatores como, por exemplo, se é um devedor exemplar que paga todas as prestações a tempo e horas. Se o seu pedido para aquisição de um cartão de crédito for aprovado, o limite de crédito que o banco disponibiliza pode ser maior ou menor. Será a instituição financeira a decidir isso. Caso pretenda, em qualquer momento, alargar o seu plafond, pode ligar para o seu banco e solicitar uma reavaliação. Porém, note que é uma prática recorrente das instituições financeiras pedirem provas de que é um bom mutuário (no sentido de ser responsável com os pagamentos mensais) para aceitarem um pedido de aumento do limite do cartão de crédito. Mas o que acontece se ultrapassar o limite do cartão de crédito? Em muitos casos, se exceder o limite do cartão de crédito, a instituição financeira recusa a transação de pagamento. No entanto, algumas instituições permitem a conclusão da transação mesmo quando já excedeu o plafond. Para evitar dissabores e deparar-se com uma dívida muito acima da que estava à espera, deve confirmar junto do seu banco em que moldes foi feito o contrato e se, de facto, este permite ou não a continuação de transações após atingir o limite máximo do cartão de crédito e, ainda, quais as taxas de juro cobradas caso ultrapasse esse limite. No caso de ter ultrapassado o limite do cartão de crédito, aconselhamos que tome as seguintes medidas: 1. Verifique as formas e prazos de pagamento Por norma, ao ultrapassar o plafond do seu cartão de crédito são-lhe cobrados juros. No entanto, alguns bancos dão um prazo de pagamento sem juros, por isso procure saber qual o prazo e se já não o ultrapassou. Caso ainda esteja dentro do período de pagamento com isenção de juros, e se se tratar de um montante passível de ser pago na totalidade, pondere essa opção. Assim evita o acréscimo de taxas e paga apenas o montante que deve à instituição sem custos acrescidos. Se porventura só se der conta da situação após passar o prazo de pagamento sem juros, tente perceber junto do banco se é possível fracionar o pagamento das mensalidades e em quanto tempo pode fazê-lo. Terá sempre de pagar juros, mas, se fracionar o pagamento, a dívida pode não pesar tanto no seu orçamento. 2. Avalie o impacto da nova prestação Ultrapassar o limite do cartão de crédito pode refletir uma nova prestação mensal, caso decida pagar em prestações o montante que deixou em dívida. É importante que avalie o impacto que esta nova prestação vai ter na sua vida, uma vez que representa mais um encargo ao final do mês, que pode afetar a sua taxa de esforço. Se não tiver outras dívidas, esta prestação pode ser de fácil gestão com as restantes despesas do dia-a-dia. Caso tenha outras dívidas correntemente e verifique que a nova prestação está a afetar a sua taxa de esforço, talvez seja uma boa opção pensar na consolidação de créditos e juntar todas as prestações numa só, de forma a aliviar os encargos ao fim do mês. 3. Planeie as suas despesas mensais De forma a que a dívida por ter excedido o limite do cartão de crédito tenha o menor impacto possível, é importante que planeie as suas despesas. Analise os seus gastos correntes e perceba em que despesas pode poupar. Por exemplo, fazer uma lista antecipadamente das suas compras e despesas mensais pode ajudar a evitar potenciais gastos desnecessários e ajudar a manter as suas finanças equilibradas. 4. Transforme a situação de dívida em aprendizagem Uma situação de dívida pode representar um momento angustiante na sua vida. No entanto, retire desta lição uma aprendizagem para se tornar financeiramente mais responsável e gerir melhor o montante que tem como limite no cartão de crédito. Acreditamos que uma situação destas contribui para perceber melhor como funcionam os cartões de crédito e incentiva a que aja com mais cautela aquando da sua utilização. O cartão de crédito não é um bicho de sete cabeças – pelo contrário, pode ser um aliado do orçamento familiar, mas é necessário que seja utilizado de forma ponderada e responsável.
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Destaques
 
 
Dança Macabra - 30 Out 2019 e 31 Maio 2020
Uma experiência única: um concerto exclusivo de "Dança Macabra" de Saint-Saëns e mais peças arrepiantes de compositores consagrados, à luz das velas no Convento dos Inglesinhos a cargo de um trio de cordas. Garante já os melhores lugares - bit.ly/DanseMacabreCandlelight Programa: • Dança Macabra - Saint-Saëns • Seleção de peças a anunciar Vive esta experiência única - bit.ly/DanseMacabreCandlelight Descobre Candlelight: a música clássica num ambiente íntimo e mágico. 🎶 ------------------------------------------------------------------------------------------- Tens dúvidas? Contacta-nos aqui: ola@feverup.com +351 308 800 040 Quarta-feira, 30 de outubro de 2019 às 19:00 – 20:15 Localização Travessa dos Inglesinhos 46, 1200-223 Lisboa
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CASOS DE SARAMPO TRIPLICARAM NO MUNDO DESDE JANEIRO, ALERTA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE
Desde janeiro que os casos de sarampo quase que triplicaram em todo o mundo, comparativamente com o mesmo período do ano passado, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) esta terça-feira. Os números divulgados pela OMS mostraram que, entre 1 de janeiro e 31 de julho de 2019, foram registados 364.808 casos, contra os 129.239 do ano passado, no mesmo intervalo. Estes são os números mais altos registados desde 2006, afirmou o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, numa reunião com a imprensa em Genebra. O maior número de casos foi registado na República Democrática do Congo (RDC), em Madagáscar e na Ucrânia. No caso de Madagáscar, "no entanto, o número de casos diminuiu significativamente nos últimos meses", como resultado de campanhas nacionais de vacinação de emergência contra o sarampo, relatou a OMS. Outros grandes surtos desta doença desenvolveram-se em Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão do Sul, Sudão e Tailândia. Já os Estados Unidos registaram o seu maior número de casos de sarampo em 25 anos. O sarampo é uma das doenças mais contagiosas do mundo. As mortes ocorrem, mais frequentemente, devido a complicações. "Não há tratamento, embora possa ser prevenida com duas doses de uma vacina segura e eficaz", de acordo com a OMS.
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É UMA DAS DOENÇAS MAIS MORTAIS, MAS PRATICAMENTE NINGUÉM A CONHECE

A sépsis mata mais pessoas por ano no Reino Unido do que o cancro de intestino, mama e próstata juntos, escreve a BBC. Em Portugal esta patologia tem uma mortalidade três vezes superior à dos doentes internados com Acidente Vascular Cerebral.

A sépsis  é uma infeção grave e potencialmente fatal do organismo causada por agentes patogénicos - bactérias, vírus, fungos ou protozoários.

A séptis pode manter-se no organismo mesmo depois da infeção primária desaparecer. É também uma das principais causas de morte em Unidades de Cuidados Intensivos.

Dados portugueses compilados pela Direção-geral da Saúde (DGS) indicam que 22% dos internamentos em unidades de cuidados intensivos são devidos a sépsis adquirida. Estes casos originam uma mortalidade hospitalar global de cerca de 40%, ou seja quase três vezes superior à mortalidade dos casos de AVC internados no ano de 2007. A mortalidade das formas mais graves, nomeadamente do choque séptico, atinge 51%.

Dados recentes da Europa e dos Unidos da América indicam que a sépsis representa um grave problema de saúde pública, comparável ao acidente vascular cerebral (AVC) e ao enfarte agudo do miocárdio (EAM).

Apesar da incidência da doença cardiovascular estar a diminuir, a da sépsis aumenta pelo menos 1,5% ao ano. Este aumento de incidência radica no envelhecimento da população, na maior longevidade de doentes crónicos, na crescente existência de imunossupressão por doença e no maior recurso a técnicas invasivas, explica a DGS.

Ainda assim, a sépsis é pouco conhecida entre a população. Um estudo encomendado pelo Instituto Latino Americano da Sépsis (ILAS) concluiu que 93,4% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a doença.

O caso de Patrick

Patrick Kane tinha nove meses quando acordou com dores e apático. O médico de família receitou-lhe um analgésico comum, o paracetamol, mas a sua mãe continuou preocupada e decidiu procurar um hospital. "Foi muito rápido... Assim que cheguei ao hospital declararam-me falência múltipla de órgãos", disse o jovem em declarações à BBC.

Patrick passou três meses e meio internado no Hospital St Mary's, em Londres, onde foi sujeito a várias amputações: parte do braço esquerdo, os dedos da mão direita e a perna direita, abaixo do joelho.

Hoje, aos 19 anos, Patrick estuda bioquímica na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Como se dá?

Geralmente o sistema imune entra em ação para atacar a infeção e impedir o seu alastramento. Mas, se esta conseguir avançar, as defesas do organismo lançam uma resposta inflamatória sistémica na tentativa de combatê-la.

Esse reação também pode, no entanto, representar um problema, uma vez que pode ter efeitos adversos no organismo. E quando não diagnosticada e tratada, pode comprometer o funcionamento de um ou de vários órgãos e provocar a morte.

Qualquer processo infecioso - seja uma pneumonia ou infeção urinária - pode evoluir para um quadro de sépsis. Alguns dos sintomas da sépsis segundo a organização britânica UK Sepsis Trust são: fala arrastada, tremores, dores musculares, baixa produção de urina (um dia sem urinar), falta de ar, sensação de morte aparente, pele manchada ou pálida.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/e-uma-das-doencas-mais-mortais-mas-praticamente-ninguem-a-conhece

 

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